Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Jantar de apoio à candidatura de João Tancredo para presidente da OAB-RJ


Participem da comunidade de apoio à João Tancredo no orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=91016138



Domingo, 12 de Julho de 2009

FILHOS DO REI - O REENCONTRO



Estive agora pela manhã na IBMM - Igreja Batista Missionária do Maracanã, de onde fui membro e missionário durante muitos anos. Fui convidado pelo meu irmão Miguel Nikolaevsky, que está morando em Israel há quatorze anos. O tema de sua pregação foi MISSÕES COM RESPONSABILIDADE, utilizando o texto de Mateus, capitulo 9, versos de 36 à 38. O irmão de Miguel, o Guilherme, foi missionário também no Santa Marta, na época que eu trabalhava lá. Miguel contou de quando saiu daqui com sua esposa Cristina, cada um com uma mala e como sua vida prosperou pelo fato de investir em Missões. Contou que é proibido a evangelização em Israel e que pessoas são presas pelo simples fato de evangelizar. Disse também que trabalhou durante um tempo na polícia de Israel, quando teve muita oportunidade de falar de Jesus através de sua vida. A frase que me chamou atenção durante sua fala foi: "Em Missões não trabalhamos com números, mas lidamos com almas!"




Eu, Miguel, Marcus Vinicius, Alexandre Magno, Fernando Stefanino, Julio Libano, Marcos Romão e Sérgio Silveira, fazíamos parte do Ministério Filhos do Rei. Foi bom rever esse irmão que não via há muitos anos!

Vejam as fotos do culto de hoje no perfil do DIÁRIO ANDRÉ FERNANDES no orkut.

Sábado, 11 de Julho de 2009

NOTA DE FALECIMENTO

Faleceu na madrugada de hoje, com sessenta e dois anos de idade, Leila Maria Gomes de Souza, minha tia, irmã do meu pai. Ela estava com câncer no pulmão, com outros orgãos comprometidos. O motivo do câncer foi o cigarro! O enterro será hoje ás 17hs no cemitério do Caju.

Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

COMUNIDADES DA BAIXADA BENEFICIADAS

Sérgio Cabral inspeciona a maior obra desde a fundação do Estado do Rio de Janeiro


O Governador Sérgio Cabral visitou ontem, em Nova Iguaçu, o que vai ser a maior obra que o Estado do Rio de Janeiro está fazendo desde sua criação em 1975. O valor destinado para a construção é de 965 milhões de reais. A execução está sob a responsabilidade conjuntas do DER-RJ(Departameno de Estradas e Rodagens) e da Secretaria Estadual de Obras, que dividiram em quatro lotes as frentes de serviços para a execução do Arco. Entre os municípios que serão atravessados estão: Itaboraí, Guapimirim, Magé, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Japeri, Seropédica e Itaguaí. O projeto vai gerar dois mil empregos e está com a conclusão prevista para dezembro de 2010.


Acompanhando o Governador estavam o Vice-Governador e Secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, o diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, o presidente da ALERJ, Jorge Picianni, além prefeitos, deputados estaduais e federais. Durante a explanação o Vice-Governador se dirigiu ao presidente da ALERJ como "nosso Senador", referindo-se à candidatura de Picciani ao Senado Federal.



Apesar de abraçar e conversar rapidamente com Sérgio Cabral no final do evento, Fernando Cid, Secretário de Meio Ambiente de Nova Iguaçu, chegou cedo e reclamou que a sua Secretaria não estava participando do processo. A ausência do prefeito do município onde o evento estava acontecendo também foi sentida.




O presidente da associação de moradores do bairro Amaral, Rogério dos Santos, reclamou acerca das indenizações: "as casas sem estrutura estão recebendo a mesma indenização que as de melhor estrutura". Rogério também reclamou da iluminação do local. A esperança dos moradores é que tudo melhore com as obras.


O subsecretário executivo de obras, Hudson Braga, esclareceu que as reclamações que estavam sendo feitas eram infundadas, já que aconteceram várias audiências públicas, com a participação das comunidades e entidades representativas. Também afirmou que nenhuma arvore, das 80 mil que serão retiradas, deixarão de serem catalogadas e ainda que, serão replantadas dois milhões de arvores como compensação. Quanto aos animais que forem encontrados, estes serão levados para o CETAS - Centro de Triagem de Animais Silvestres.




Após a apresentação de um video, mostrando como seria a obra em cada lote, com explanação de seu Vice, o Governador concedeu entrevista e disse que "os políticos falaram durante 36 anos do arco rodoviário(referindo-se aos ex-governadores), quando assumimos pensamos que tivesse alguma coisa pronta e não tinha nada. Tivemos que fazer todo o projeto." Disse mais: "Essa obra muda a cara da baixada." "Nós sonhamos e fizemos o projeto!" Sérgio Cabral também foi questionado sobre a mudança no comando da PM e disse que "o objetivo da PM é policiamento ostensivo, a polícia não pode ter uma visão aquartelada, ela tem que estar na rua!"



Fonte: ANF - Agência de Notícias das Favelas - www.anf.org.br





Sábado, 4 de Julho de 2009

Cinco anos de ocupação militar no Haiti; qual é a estratégia?

Haiti, junho de 2009
No dia 01 de junho do ano de 2004 após uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas que violava uma vez mais as regras do direito internacional, iniciava oficialmente uma nova ocupação militar no Haiti. Coincidentemente, o Conselho encarregou as forças armadas brasileiras de coordenar esta ocupação.
Para refletir sobre este episódio que cumpre cinco anos neste mês, devemos retornar pelo menos à história recente do país e suas crises estruturais. Farei isso como introdução, e como conclusão, abordarei as questões conjunturais.
A sociedade haitiana vive três graves crises estruturais. A crise ambiental, a crise agrária e a crise política.
O meio rural haitiano, como todo o país, é muito pobre. 65% da população de aproximadamente nove milhões é camponesa e vive extremas dificuldades. Primeiramente, o meio rural vivencia o problema da terra. A maioria dos camponeses tem pouquíssima terra e na maioria dos casos não possuem nenhuma qualidade detitulação e regra para seu uso. Há, portanto, um natural desinteresse pelo uso e pela conservação da mesma. Por outro lado, a crise ambiental se agrava cada vez mais devido ao uso intensivo de tecnologias nocivas ao meio ambiente e ao consumo intensivo de carvão que é utilizado em 70% das cozinhas do país. Em todo o território restam apenas 3% de cobertura florestal nativa. Além disso, o meio rura lvive uma crise econômica muito grave. As políticas neoliberais e o livre comércio estão destruindo a capacidade produtiva do país. Em 1970 o país produzia praticamente 90% de sua demanda alimentar. Atualmente importa-se cerca de 55% de todos os gêneros alimentícios consumidos. Vale dizer, por último, que a instabilidade política no Haiti não é algo recente. A explicação básica para esse fenômeno está na história contemporânea do país, para não retomar à época da independência de 1804 e a guerra contra o exército de Napoleão. Vamos olhar rapidamente para os últimos cem anos. De 1915 a 1934 uma ocupação militar norteamericana gerou enormes batalhas de resistência contra o estrangeiro invasor. De1957 a 1986 uma ditadura militar absolutamente comandada pelos Estados Unidos calouas vozes haitianas. O sobrenome “Duvalier” (Jean Jacques Duvalier e seu filho Jean Claud Duvalier governaram Haiti nesse período) não podia nem se quer ser pronunciado em público. O temor era enorme. 30 mil comunistas foram mortos. 10 mil por ano foi a média. Em setembro de 1991, após a queda do legítimo presidente eleito por um forte movimento de massas, Jean Bertran Aristides, um golpe militar violentíssimo efetivado por militares dos Estados Unidos calou o país por mais 3 anos. Em 1994 uma segunda ocupação militar norteamericana se instalou no país. Fala-se em quatro mil mortos mais 12 mil militantes sociais induzidos a migrarem para os Estados Unidos.
A última ocupação militar efetivada a partir do golpe de Estado que derrubou uma vez mais o governo de Jean Bertran Aristides é comandada pelo Brasil. A Missão das Nações Unidas para a estabilização do Haiti, MINUSTAH, é formada por 36países. No entanto a presença massiva, na formação do contingente de aproximadamente 8 mil militares, é latino americana.
Nos primeiros dois anos de ocupação militar a MINUSTAH realmente se confrontou com grupos armados e de seqüestradores que se escondiam em bairros pobrese representavam de fato uma ameaça à sociedade. Esses grupos foram eliminados ou presos. A MINUSTAH cumpria um de seus papéis. Estabilizar o país frente às ameaças das “gangues”. Lamentavelmente a MINUSTAH não se importou em eliminar ou prender os chefes do grupo para militar que patrocinado pela CIA iniciou o processo de desestabilização do governo Aristides no final de 2003 e inicio de 2004.
Depois de constatarmos todos os problemas sociais que se estabelecem sobre a estrutura da sociedade haitiana e refletidos no cotidiano deste país, percebemos que as Nações Unidas através da MINUSTAH cumpre um papel vergonhoso. A ocupação militar não ajuda resolver os verdadeiros problemas da sociedade. A grande pergunta que devemos fazer aos governos dos países que mantêm seus militares nesse país é; Que interesses a MINUSTAH realmente defende e o que tem sido feito para ajudar o Haiti a sair de suas crises estruturais?
O Haiti deverá ser ocupado por professores, por agrônomos comprometidos, por navios de combustível, por médicos, por escolas, por viveiros de reflorestação... Lamentavelmente até o momento o Brasil e nenhum outro país“ocupante” há demonstrado exemplos exitosos em termos de reconstrução estrutural deste país. Necessitamos uma mudança na estratégia de intervenção internacional. Esta, deverá ir ao encontro das necessidades efetivas da população. Sigamos o exemplo de Cuba, da Venezuela e da Via Campesina que estaremos no caminho correto.
Jose Luis Patrola, Professor de história, membro do MST e coordenador da brigada de cooperação entre aVia Campesina Brasil e organizações camponesas haitianas

Deu na GRANDE mídia...

DIREITO À MORADIA
Ação civil publica impetrada pela Defensoria Pública garantiu uma liminar em favor das 20 famílias que ocuparam um prédio na Rua Mem de Sá, no Centro do Rio. A Justiça determinou que o governo do estado e a prefeitura concedam auxilio-aluguel até que elas sejam comtempladas com novas moradias através de programas habitacionais.
O não-cumprimento é passivel de multa de R$500 reais por mês, por família. Ainda cabe recurso. O grupo ocupou o prédio do INSS após ter sido despejado de outra invasão na Rua Gomes Freire.
Fonte: Jornal O DIA - Informe do dia - Marcelo Remígio (interino) com Daniella Cadavez - 04/07/2009

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Cascavel teme gripe suína

Antonio Sérgio, diretor de operações da Defesa Civil de Cascavel

Nesse exato momento a Defesa Civil de Cascavel (Paraná) está na rodoviária da cidade atuando para evitar a proliferação do vírus A(H1N1). Um caso já foi detectado no município, que teme o crescimento da gripe, já que Cascavel é local de passagem dos ônibus provenientes de Foz do Iguaçú, que faz fronteira com a Argentina.


Ônibus vindo de Foz do Iguaçu é inspecionado pela Defesa Civil

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